Mostrando postagens com marcador Idolos da Nação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Idolos da Nação. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de dezembro de 2011

Valeu, Angelim!

 
Muitos dizem que a dor da partida é uma das piores dores que existem. E é justamente essa dor que está no coração de todos os rubro-negros hoje, e, com certeza, no coração do Ronaldo Angelim também.

Um jogado que chegou ao Flamengo em 2006 e sempre honrou o manto. Sempre que esteve em campo deu a vida. Nunca fez corpo mole, nunca se poupou, sempre gastou até a última gota de suor em favor do Flamengo e da nação. Todo esse empenho e trabalho resultou em títulos: 1 Copa do Brasil(2006), 1 Brasileiro(2009) e 4 Cariocas(2007,2008,2009 e 2011).

Certa vez o Maestro Júnior disse que para jogar no Flamengo não basta ser bom, tem que ter identificação com o clube. Isso não faltou ao Ronaldo Angelim. Sempre teve o apoio da nação, devido a raça e vontade imposta dentro de campo.

O nosso Magro de Aço fez 17 gols com a camisa do Flamengo. Tem uma estrela infinita que sempre brilhava nas decisões. Creio que o gol do HEXA ficará guardado para sempre na memória de todos os rubro-negros. Uma cobrança perfeita de escanteio do Petkovic e uma testada certeira na bola, a testada do HEXA, o carimbo que faltava para entrar na galeria de ídolos da nação.

Pode não ser o melhor zagueiro do mundo, mas a sua raça dentro de campo sempre cobriu a falta de técnica. Um dos zagueiros mais regulares que o Flamengo já teve. Um exemplo de torcedor, jogador, profissional e ídolo.

Em uma geração tão carente de ídolos, o Ronaldo Angelim conseguiu se eternizar no maior clube do Brasil. Será pra sempre o autor do gol do HEXA! Ídolo eterno! Obrigado por tudo, Angelim! A nação nunca se esquecerá de você.

 Gol do Hexa - Ronaldo Angelim do Flamengo:


SRN!! 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Há 40 anos, o Messias começava sua caminhada

Há quarenta anos, Zico estreava pelo profissional no Flamengo. No jogo de sua estréia, o garoto de apenas 17 anos, já dava indícios de que seria um gênio. A estréia foi contra o Vasco. Qualquer garoto de 17 anos se sentiria pressionado, estreando com a camisa do Flamengo logo contra o maior rival. Zico não. O Galinho fez uma partida exemplar, e ainda deu passe para o gol da vitória. Mal sabiam os torcedores presentes naquela partida, que, estavam diante de um mito.


Ainda não existem palavras para descrever o Galinho de Quintino. Talvez, a única palavra existente para descrevê-lo, é: Zico. Sensacional, extraordinário, mito, ET, entre outras tantas, podem chegar perto, mas nunca irão ser o suficiente para representar o que ele foi.


É impossível falar de Flamengo sem lembrar-se do Zico, assim como, é impossível falar de Zico sem lembrar-se do Flamengo. Sem o Zico, o Flamengo não seria metade do que é hoje. Sem o Flamengo, o Zico não seria metade do que foi. Os dois se completam. É algo parecido com o filme: O terno de dois bilhões de dólares. Quando o personagem vestia o terno, ganhava poderes incríveis. Assim era o Galinho, quando vestia a camisa 10 rubro-negra, se transformava e ganhava super poderes. 

   
Um jogador, que vestindo a camisa da seleção, também fazia misérias com a bola. Mas por injustiça do destino, nunca venceu uma Copa do Mundo. Pro azar da Copa. Mas quem disse que ele não alcançou o topo do mundo? Ele alcançou. Alcançou vestindo a camisa que o consagrou: a 10 do Flamengo. Foi o comandante do esquadrão rubro-negro, desde a largada, quando venceu o Brasileiro de 80, até a chegada, lá em Tóquio, com uma aula de futebol pra cima do Liverpool. Jogo em que ele foi eleito o melhor em campo.


Um craque dentro de campo e fora dos gramados. Um jogador que foi sem dúvida, o melhor da época em que viveu, quiçá, da história. O jogador que arrastava multidões de torcedores (Até dos rivais) para vê-lo jogar. O rei do Maracanã. O jogador que fez 6 gols na mesma partida em duas ocasiões. Nos tempos de hoje, ele pediria música, pegaria a Patrícia Poeta, e ainda ganharia um João Sorrisão de brinde.


Zico fazia mágica com os pés. Tinha um talento sobre-humano. Um futebol perfeito, que só era parado com violência. Um futebol que, deixava todos os rubro-negros ansiosos para mais uma tarde de domingo, pois sabiam que o show do Galinho era garantido. Um futebol que enchia o Maracanã em todos os jogos, que fazia os torcedores comemorarem gol quando tinha falta perto da área, antes mesmo da falta ser batida. O único jogador que conseguiu ser rei em meio a uma nação tão grande, como a nação rubro-negra.


Arthur Antunes Coimbra, o rei da Gávea, Galinho de Quintino, o Pelé branco, o Messias... Ou simplesmente, Zico.




Saudações Rubro-Negras!